Saca um ovo e põe na couve um cheirinho a morte. A fronteira entre o equilíbrio humano e uma tendência suicida cobre a pena fina saco esconde e por um triz a sobreviver aqui. Ouve escuta pára move. Um bom saco de batata faz a frigideira o fogo. Por dentro a vento foge. Concentrado e com a cabeça cheia de ideias enche o computador e come. Nhac é isso ó gordo come. Uma vez parti a perna e nem por isso me queixei. Depois vieram as férias por pagar e aí revoltei-me.
ABAIXO a corja capitalista!
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Após uns votos muito úteis que imediatamente rasurei, decidi fazer uma pequena fogueira à sua volta e dançar a noite inteira. Os tambores ecoaram pela grande planície europeia. Eram dez horas certas quando se ouviu o toque da policia à porta. Eram dois homens encorpados e armados com cacetetes. Gostei da agressão. Para a próxima armar-me com armas. Para a próxima disparar dois tiros à queima roupa, para a próxima, caralho, não haverá uma próxima vez.
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