caverna um p
ara crescimento metabólico, correr.
Para isso noutros tempos faziam-se sacrifícios humanos.
Gozamos de grande respe
ito no Mundo dos Deuses, dançamos estimulados pela música. sacudidos pelo nosso
perdemos calorias nas estr
ebarias. O formato é de cadeira.
Os nossos antepassados atribulados. uma última dança e deixa-me no cemitério.Chuva.
Chuva por pintainhos acompanhados pela nossa Mãe-Maria-A Nossa Senhora. Transporta-me para a frente estou pronto por que esperas tu? Acompanha-me neste movimento antagónico do Além, o nosso mistério. Fumar
cigarros? Não! Acordar de man
hã da Morte o nosso grande sonho, a Morte. Cheirar a rosas pela manhã. e cogumelos no cabelo. Sem cabelos, adultos sem dinheiro. Faça da Boa Viagem sempre o seu caminho. Não se percanunca. Gostamos mais de
outros peixes. Chernes também não. A incompetência nunca foi o meu forte. Sou assim-assim um expe
rimenta lista um novo artista novo da nova geração. Geração Com massa (esparguete), rija ou assim-assim. Gosto destas repetições, o processo de construção nunca construído. Gosto de paredes cimentosas, algo com que rasgar o corponeste meucorpo de anciãos. Sem corpo. só caixão. algo sem restições-semnada.
A minha cama ricamente adornada para lá receber os meus convidados e neles mexer neles e ne neles eneles eneles não-corporação. Subir escadas encantadas, atingir novos pântanomares novas partilhas de pertença a grupo. Macacos Portantos? Sim. Macanos nãos. mecanos. noscame.a pantânomares. cedilhas? Aqueles acentuar suave do Radares a mais de cinquenta não podes ter multas e então? entÂO NÃO. pequenos acenos com a mão nunca é demais.
sábado, 31 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Programamos o dia de amanhã ontem, onde ainda não somos sequer nós. Projectamos o futuro rumo ao inexistente, à fraca forma de visualizar o inexistente, amarrados ao presente que continuamente deixa de existir. É esta a nossa desorganização, a nossa maneira flutuante de ser, deixámos de pisar o chão ao mesmo tempo que não havemos nunca de tirar de lá os nossos pés. Somos estes prisioneiros do nosso tempo de nós outros, somos seres de antigamente sem o não querer ser. O volume paira sobre nós próprios. O corpo é inconstante, intermitente.
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
O que será o mito para a literatura? O medo de perder contacto com a realidade? Mas se esta realidade é arquivável valerá mais pensar em que género de ficheiro estamos nós? Por vezes surgem-me estas dúvidas assim, como que a correr. Para subitamente as largar por sobre o Mundo e estacar quieto. Por vezes até com os pés debaixo da mesa, encadeado com a luminosidade que entra pela janela e destroe os olhos pouco habituados à claridade. Em que capítulo estou neste dia? As plantas não têm esta capacidade de reflexão. Estão imunes a estas correrias do dia-a-dia, chateam-se mais com o pó que sobre elas se assenta à espera de uma nova rega. Em que pé está isto? Em que ideia? Tanta frase batida.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
o seu nome era uma primavera interminável em que as moscas perdidas de vida te entravam pela boca a dentro a tentar falar por ti. entrementes zumbias toscas palavras em que me perdia de te ouvir falar tão belo e a cantarolar me mandavas embora. era como um sopro. como um telefone que intermitente chateava quem não a ti te atendia. manda-me embora porra, manda-me a outro lado a pestanejar. será dia, será noite, será de quem te apanhar? é a vida hoje em dia é de quem menos controlar a quantidade de gente que não se identifica com as massas que cozes nessa tua máquina de transformar coisas identicas umas às outra que todos se dizem é isso vai é isso só mais uma vez. outra vez.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Sólido mas com carne. Um bloco movível de cimento. Retira-se o peso e salta? Praticamente. Dentro deste remorso há quase um valor ao qual lhe falta pragmatismo. Refiro-me a este aprender sem aprender, a estar sentado. A fazer as coisas de memória e a não intuir, a perder esta capacidade. Perder esta capacidade. Por dentro deste valor há um remorso. Ao qual se injecta petróleo. Nas suas veias há um desejo irreprimivel de controlo. Não há um pingo de automatismo. Dentro do seu cabelo há uma cabeça que não pensa. Dentro do seu pensamento há um vazio de ideias. Dentro da sua ideia existo eu. Como que a complicar a sua falta de vontade apareço lá eu. Terrivelmente eu. Preso a esta sensação de queda impotente que a qualquer momento se esborracha e sobrevive? Sólido mas com carne. Preso ao movimento imóvel do silêncio. Cimento.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Baixar a coluna de forma correcta, de maneira a não deformar. Formar de forma consciente de maneira a não apaparicar. Comer de forma certa. Apanhar os pedaços que caem da boca. Abocanhar. Baixar - Formar - Comer - Trincar. Alongar. Por principio manter uma conversa coerente com o seu interlocutor. Falar devagar, de forma pausada, todas as sílabas devem ser ouvidas, pronunciadas como palavras, cada partícula deverá ter o seu sentido. Um micro-significado. Cada cabeça deverá abanar como a dizer que sim que ouviu, tudo fará para para realizar. As mãos aqui deverão ter um papel fulcral. Quem não as tiver deverá utilizar os pés, fazer uma dança. Em caso de dúvida fazer como as abelhas. Viver em sociedade terá o seu valor quando todos forem imaculados, nascidos sem pecado. Até lá rastejar pelos buracos mais negros da sociedade e quando de lá sair tomar banho, fingir que nada faz sentido, picar todos os nossos inimigos. A construção será finalizada por fim. Um quinto da população é feliz. Eu sou feliz. Pegar na língua e escadea-la a fazer de franja. A saliva sairá graxa para os sapatos. Os sapatos são meus. Foram baratos.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Sim é este Fado que te canto, serás sempre infeliz - MISÉRIA?
Os trovões hão-de cair
toda a Primavera é desdentada sem o seu botão de rosa.
toda a Primavera é desdentada sem o seu botão de rosa.
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