domingo, 12 de julho de 2020

Praia da NATO pela Mata dos Medos

Há nas dunas um equilíbrio profundo entre a areia calma da ravina e o movimento resistente da neblina suspensa. Do horizonte a vapor  azul do Oceano Atlântico, mar sentido pelo seu toque de erosão, evaporado som num aviso de segurança. 
Zen é a compreensão da maré.

Num deslize turquesa, o navio  quebra a fronteira do ar. Chegar à praia protege. O Sol amarelo, no seu elemento de Verão, dá força e energia às ondas que quebram. A humidade desaparece lá nas alturas e um insuspeito frio desafia a espuma  da onda que insiste em navegar. 
 Marulhar na massa da pedra não é acidente, é isto que faz da terra continente de tempo pela chegada da estação.

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